Mostrando postagens com marcador Chuva. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Chuva. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Graça e Amor



A rotina é nova...vai demorar um tempo até eu me acostumar.
Mas essa a vida que escolhi, e mais ainda, a vida que eu pedi a Ele.

E por isso sou muito grata, Ele nunca me deixa desamparada. Nunca mesmo.
Até quando penso que estou só, Ele sempre está comigo.
Em meio a tempos dificultosos - esses que vivo agora - sempre Suas mãos estão  intervindo em meu cotidiano.
Cuidando de cada detalhe, sondando meu coração e fazendo entender tudo oque está acontecendo.

Não sou merecedora de nada disso, só de pensar no tanto de coisa acontecendo traz até as lágrimas de felicidade a tona.
Não há motivos pra chorar e nem temer.
Ele me guia, me direciona… Embora seja uma escolha minha querer seguir ou não.

Me falta palavras pra expressar o meu Amor e Gratidão por todos os benefícios que me tens feito.

Hoje pela manhã, ao ouvir essas músicas, me lembrei de como Seu Amor e Compromisso para conosco nunca falha.
Obrigada Jesus por todos os benefícios que me tem feito.



Bruno Franinni- Tua Graça




Diante do Trono- Escudo e Proteção




domingo, 31 de maio de 2015

Uma Carta Para Daqui Alguns (talvez breves) Anos


Hoje (enquanto lê isso) você esta em casa, sentada no sofá, lendo alguns de seus textos antigos.
Lembrando das coisas que já viveu.
De certa forma,  sente saudade.

Recorda dos sonhos e nomes escritos a mão em uma folha de caderno rasgada.

Das noites em que dormia chorando por conta das brigas que tinha com seu irmão mais novo (muitas delas, sem motivo e por provocação).
Você suportava tudo calada. Segurando não só as palavras que chegavam a sua garganta, mas as lágrimas.

E quando pegavam no seu pé?
Porque alegavam que você não fazia nada.
Mas na verdade, não enxergavam o quão cansada estava, depois de tantos currículos entregados e tantos rostos te olhando torto, pelo seu tamanho, idade e por ainda cursar o ensino médio.

Lembra daquela festa de família em que vazou a informação de que na idade em que você estava, não tinha beijado e que isso era sinal de vergonha para os outros?
Como isso doeu em você não é pequena?
Não por ser vergonha (até porque isso não era algo digno de ser errado) mas sim porque as pessoas são incompreensíveis, a ponto de fazerem chacota com a vida alheia.

E do quanto te lançaram fardos nas costas?
Do quanto era cobrada?
Tão nova, tão inexperiente.
Exigiam que visse o mundo com olhos que não eram os seus.

Era difícil ter sinal de compreensão não é mesmo?

Você tinha (ainda tem!) pressa em ser feliz.
Conserva ai dentro, o sentimento mais puro: Amor.
Sorri quando olha para o céu azul (até mesmo quando ele está cinza e chuvoso).
Amava (alias ama!) passear no parque, e sentir frio na barriga quando se perdia. Afinal se você sabe andar pelos lugares hoje, é por conta disso.

Queria seu tapete vermelho em uma sala pequena que coubessem dois sofás beges.
Almejava um dia encontrar esse rapaz que esta ao seu lado hoje.
Sabia o quanto a atenção e o toque são importantes para o ser humano, por isso dizia que se fosse mãe, queria trabalhar em casa.

Bom, agora esta tudo bem.
A vida anda bem melhor viu!
Ainda gosta das mesmas coisas bobas, e continua preferindo Converse ao invés de Vans.

Você vai conseguir.
Acredite. Deu tudo certo.
Agora você trabalha com aquilo que realmente gosta.
E é muito feliz!
Aliás, mesmo nas dificuldades, a felicidade sempre esteve ali presente.
Tenho orgulho de você.

Um abraço, e até breve.

Querida Eu Mesma





quinta-feira, 12 de março de 2015

Aqueles Desencontros Que Dão Certo...



Segunda feira. 20hrs da noite. Linda estava sentada lendo. Mas ai em meio a leitura ela fica perdida em devaneios e de repente se vê em um universo totalmente paralelo e começa a pensar na última vez que se apaixonou de verdade ( não que as outras duas vezes ouve ausência sentimentos verdadeiros mas enfim) ela tinha 16 anos. Nunca namorou (bom agora ela tem 18 e até hoje não namorou) ele era o seu melhor amigo, foi estranho porque a atenção que ela recebia era algo que nunca tinha recebido de ninguém! Linda sempre foi a garota que cedia seu tempo ( e seus ouvidos) para suas amizades. Não que ninguém retribuía, só não o faziam da mesma forma que ela. 

Então de repente apareceu Ricardo ( na verdade eles já se conheciam mas nunca foram muito próximos) e começou a conversar e ser solidário de uma forma que nunca foram com ela. 
OK... Ela aceitou a ajuda afinal em menos de dois meses "sofreu duas perdas" e oque ela menos precisava agora era estar sozinha. 

Só vou deixar claro uma coisa : Linda nunca foi de rodeios e joguinhos. Se realmente estava sentindo algo ( mas só se tivesse muita certeza) falava com o cara... Assim... Sem joguinhos! Dessa forma ela saberia se deveria ou não continuar a "investir" no tal garoto.

 Voltando... Alguns meses passaram e amizade deles virou algo novo e muito gostoso de se viver. Ela estava empolgada com seu novo amigo. Porém sem perceber, começou a pensar muito em Ricardo. 
Já não ouvia certas músicas apenas por ouvir e sim por ficar o dia todo idealizando um verdadeiro comercial de margarina onde o casal é verdadeiramente feliz e no fim ninguém lava a louça ( sonho um pouco alto). 
Quando tinha planos de mudanças ou decisões para tomar, sempre pedia a opinião dele e ouvia com clareza a cada palavra. 

Concluiu então oque muitos a sua volta já haviam notado. Realmente ... Não era apenas amizade ( pelo menos não da parte dela). 
Depois de muitos dias pensando, resolveu conversar esclarecer as coisas. 

Ricardo ficou muito assustado! Porém Linda afirmou com todas as letras que só falara aquilo por motivos de que não acha certo a ideia de se remoer e ficar guardando um sentimento tao bom pra si mesma, com medo de arriscar algumas palavras e ver no que ia dar. Não era sua intenção pedir ninguém em namoro mas sim, esclarecer os fatos de que ELA ESTAVA APAIXONADA! O garoto então acalmou os nervos e viu que não tinha necessidade de se esconder ou fugir.

 Na mesma conversa deixou claro que só a via como um amiga de verdade. Mas que nada impedia os dois de num futuro próximo terem um relacionamento. Então ele sugeriu... "Vamos nos conhecer... Quem sabe né?" 

Conversas vem e vão... E eles descobriram que não havia chance daquilo progredir. Até tentaram mas a vida lhes apresentou pessoas das quais queriam compartilhar suas vidas com elas. 

As feridas em Linda foram de grande ensino. Percebera o quanto tinha amadurecido ... A começar pela forma como driblou suas emoções e sentimentos diante da situação em Ricardo a deixou. 
Foi triste mas hoje ela agradece por não ter dado certo (pois é... Eita surpresa!) 
Desde então tem focado nos seus sonhos ( não que antes tinham deixado de lado) e até começou a correr atrás deles. 

É clichê e frustrante dizer isso, mas algumas dores e crises de choros nos fazem bem. A gente aprende a se reinventar e crescer em todos os aspectos. Linda é uma garota que soube fazer isso... E muito bem!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

UM DIA MAIS QUE FELIZ!!



Passear com os amigos em geral é uma atividade maravilhosa. Principalmente se for com aqueles que não vemos a tempos ( no meu caso não os via a alguns dias... Tempo suficiente para ter saudade hehe) .

Vocês combinam o lugar, a hora, o que levar pra comer... Enfim, montam todo um cronograma para o passeio acontecer e é claro que em momento algum um indivíduo pensa que alguma coisa pode dar errado.

Então chega o tão esperado momento em que todos se reúnem para o grande evento ( o que na cabeça dos mais ansiosos é) acontecer.
Se seus amigos forem iguais aos meus, adianto logo que as aventuras do dia começaram logo cedo quando ocorre uma troca de horários por conta do atraso de alguém.                                                                                                                                             

 Depois desses enrolamentos por causa de horário conseguimos entrar no trem e fazer o trajeto até o parque. ... Bom... Mais ou menos!

 Quando  saímos da estação, descobrimos que saímos pelo lado errado que não dava acesso pra onde queríamos ir. Então tivemos a brilhante idéia de descermos a rua e dar volta afinal tudo vai se resolver. Só que não!
Chegou uma hora que a gente sabia que não estava dando certo o caminho que estávamos fazendo e as informações dadas pelos guardas não nos ajudaram em nada ( perguntamos pra três homens e ninguém sabia nos explicar !)  mas o tempo todo cantamos,rimos e nos divertimos muito com nossas próprias trapalhadas e idiotices e não deixamos o desespero tornar tudo chato e complicado.

Continuando... Depois de muito tempo andando, subindo morros, atravessando avenidas perigosamente (porque somos radicais) e reclamando de fome, conseguimos chegar ao parque! Uhuhuh!

Fomos logo procurando um lugar pra sentar e lanchar, e mais uma vez andamos muito pra isso também, mas encontramos uma árvore boa pra se ter uma confraternização com os amigos.
Estávamos em cinco pessoas e no meio disso duas tem medo/trauma de bicicletas ( eu me encaixo nisso mas explico o porque outro dia) então três foram andar de bike e o resto ficou embaixo da árvore lendo e rindo do silêncio, falando da estranha conversa de um grupo de japoneses que estavam tirando selfile do nosso lado e até as próximas duas horas seguintes tudo correu muito bem.

Alguns pingos de chuva começaram a cair, mas não damos muita importância. Afinal não choveu a semana toda e não seria hoje o dia do contra. (Iludidos!!)
PS: não nos importamos nem em olhar no jornal se ia chover na sexta feira ou não.
A mãe de alguém já tinha ligado avisando que ia chover e falou pra tomarmos cuidado pra não pegarmos chuva pois São Paulo alaga e não seria agradável ficarmos presos por ali né.
Assim que a ligação terminou as gotas começaram a engrossar e então pegamos tudo rapidamente colocamos tudo dentro das bolsas o mais rápido possível  e saímos correndo ( eu e minha amiga q tem medo de bicicletas pelo menos) enquanto os outros levavam as bikes ao bicicletário.                                                                                           
 Maaaaaass ai eles tiveram a brilhante idéia de nos levar até a saída do parque junto com eles na bike.... O medo subiu pra cabeça e comecei a falar "isso não vai dar certo!", mas não havia tempo para reclamações ou relutância, a chuva já estava caindo e o tempo do aluguel das bicicletas já havia esgotado.
Juntei o pouquinho de coragem que havia em mim, subi na garupa e fui.
E vou falar... Por mais bobos que sejam nossos medos eles precisam ser enfrentados. Quem sabe o que isso pode nos proporcionar?
Foi exatamente isso que passou pela minha cabeça nos minutos que se seguiram enquanto eu estava ali sentada sendo levada ate a saída do parque. Foi tão gostoso e libertador essa pequena viagem, digo que é uma delicia vencer nossos medos.

Bom agora é que vem a PARTE LEGAL da história.                                                                  
Fomos em busca da estação de metrô para irmos pra casa, porém esse caminho todo foi feito embaixo da chuva uma vez que disseram que esse trajeto era rápido e seguro.
E assim foi, bem, menos a parte do rápido(hehe). Demoramos alguns minutos porque andamos devagar e explico o porque.                                                                             

Aproveitamos a cada gota que caía em nossos rostos, cantamos em alta voz músicas que nos lembravam chuva, batemos palmas, dançamos, rimos e nos divertimos muito sem preocupação de roupas molhadas, maquiagem borrada, gripe no dia seguinte ou " minha mãe vai me matar" ou então " nossa essa chuva estragou nosso passeio " pois isso não é verdade. Nada disso estava combinado,mas foi a melhor parte da nossa pequena aventura e com isso digo que muitas vezes o inesperado sempre cai ( literalmente) bem e em boa hora.                                                                                              
Momentos incríveis aqueles  que passamos na chuva, e naquele momento eu só conseguia agradecer a Deus por tudo aquilo estar acontecendo e por cada pessoa estar ali comigo. Os estranhos que nos viram naquele estado olhavam com desprezo... mas talvez alguns tenham percebido o quanto estávamos felizes e que isso teria sido transmitido a eles.

A volta pra casa foi molhada e cheia de olhares assustados, afinal cinco adolescentes ensopados invadiram o metrô cheio de gente seca e com guarda chuva. Nem preciso dizer quanta risada isso nos rendeu né?

Mas esse dia com certeza entrou pra minha lista dos dez melhores da minha vida.                
 Uma experiência gostosa de viver e bonita de se contar.                                                           
 Com muitos sorrisos, piadas, gordices e chuva.
Tudo isso pra mostrar que na vida não é necessário algo muito grande pra gente ser feliz.
*Depende de nós transformarmos a simplicidade em coisas essênciais pra nossa existência.

Apenas isso!