quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

ARRISQUE – SE!




Incrível como aprendemos com nossos próprios erros né?
Digo isto porque tropecei nas palavras que eu mesma falei um dia.

Demorei pra entender que nem tudo que  as pessoas falam é verdade e devemos dar ouvidos, muitas dessas pessoas nunca  nem passaram por tal situação para nos dar um parecer (do ponto de vista dela) que realmente tal lugar é ruim, ou aquela comida não é tão boa assim,ou então “- essa pessoa não é de confiança” ... Enfim, assim como muitos de nós, as pessoas tiram conclusões apenas por meio de boatos que ouviram por terceiros e segue uma linha de incertezas sem fim.

Foi assim a minha experiência com a escola no qual terminei o ensino médio (lágrimas sem fim de saudades). Sempre ouvi paranóias de que lá só tinha gente de nariz em pé, e que ninguém dava nada pelo ensino aplicado naquele lugar porque os professores não eram tão bons assim. 
Acreditava nessas palavras porque vinham de pessoas de confiança e eu dava ouvidos ao isso.

Mas como eu disse, nem tudo o que falam é verdade absoluta e podemos nos surpreender muito tirando nossas próprias conclusões a respeito de algo que julgava ser tão ruim.  Então chegou um dia em que tive que mudar de escola e adivinha pra onde eu fui? Exato! Pra escola que “ninguém dava nada” e eu acreditava nessas palavras. (tadinha, tão influenciável rsrsr).
No começo eu olhava para tudo e todos com semblante raivoso por estar naquela escola “ tão chata e repugnante”  no qual meus amigos da outra escola odiavam também.           
Primeiro dia de aula: Sentei no fundo da sala, com minha “super capa protetora contra pessoas metidas e arrogantes” e ficava de cabeça baixa esperando a hora do professor entrar.   E é claro contando os minutos para aquilo acabar logo e dar a hora de irmos embora.                                                                                                                                   Até que... Uma menina muito engraçada (que mais tarde se tornou minha melhor amiga naquele lugar estranho) me chamou pra fazer atividade “quebra- gelo” com ela e nisso descobri que as pessoas ali não são tão ruins quanto falam.                                                                                                                                 Os minutos se passaram e eu fui deixando minha capa cair e me soltei (abre suas asas... solte suas feras... BRINCADEIRA!), fiz amizades e descontrai e perdi o nervosismo. 
E foi dessa forma, vivendo um dia de cada vez percebendo que nem tudo que falam é uma verdade absoluta (a única coisa absoluta aqui é o fato de que é melhor tiramos nossas próprias conclusões) e que você se surpreende muito vivendo a sua própria história adquirindo uma experiência única com as situações que passam pela sua vida.
Essa é minha dica pra você hoje.

ARRISQUE!

UM ABRAÇO ;)